Débora Lopes Psicologia e Orientação
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Quem é você para além da sua queixa?
Débora Lopes

Quem é você para além da sua queixa?

  • By Débora Lopes
  • 14 de abril de 2023
  • bem-estar,psicologia

Tem gente que só reclama, né? E às vezes a pessoa que só reclama é… adivinha quem? Nós mesmos! Eu resolvi falar sobre isso porque a gente precisa identificar e se preparar para deixar de ser a pessoa que só tem queixas.

Quando a gente vai atender uma pessoa no consultório, nós, psicólogos, entendemos que o que levou essa pessoa a buscar a terapia é uma “queixa” – ou mais de uma – ou também chamamos de “demanda”. O termo técnico não importa muito aqui, o que eu quero que você entenda é que alguma coisa levou a pessoa a buscar o atendimento, certo?

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Depressão (Parte II): Expecto Patronum
Débora Lopes

Depressão (Parte II): Expecto Patronum

  • By Débora Lopes
  • 23 de março de 2017
  • autoestima,bem-estar,psicologia

Tudo o que mencionei no texto anterior  são algumas das coisas que eu pude perceber na minha vivência pessoal. Até o momento, não incluí a minha vivência profissional e os critérios científicos para diagnóstico de depressão. Hoje, o texto será menos experiencial e mais informativo, acredito que ambos os posicionamentos são importantes para a nossa discussão.

Certamente, não esgotamos os sintomas com o que eu relatei. Além disso, o que foi mencionado não é o suficiente para o diagnóstico de depressão. Os sintomas precisam estar presentes há um certo tempo e causar prejuízo significativo

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Depressão (Parte I): O meu dementador
Débora Lopes

Depressão (Parte I): O meu dementador

  • By Débora Lopes
  • 20 de março de 2017
  • autoestima,bem-estar,psicologia

Hoje é um domingo chuvoso, nublado e fresco, minha definição de dia gostosinho. Estou sentada com o notebook no colo esboçando essas linhas. A primeira coisa que acho importante dividir com vocês é que estou, nesse momento, experienciando uma certa preguiça enquanto escrevo. Como já disse, estou vivendo um dia gostosinho no qual há duas coisas que quero fazer nesse momento: 1) assistir aos meus seriados, debaixo da coberta, comendo pipoca e 2) passar algumas horas lendo. Nunca senti tanta gratidão pela preguiça,

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Qualidade > quantidade Acolha a ideia de que seu Qualidade > quantidade

Acolha a ideia de que seu círculo é menor, porém mais verdadeiro!
Ter poucos amigos não é fracasso. É sinal de que você cresceu e aprendeu a escolher quem merece ocupar a cadeira ao seu lado. 🪑💛
Você não precisa carregar a mochila com o peso d Você não precisa carregar a mochila com o peso da opinião dos outros!!

Quantas coisas você já deixou de fazer por medo do que "vão pensar"? 🤔
Quantas roupas não usou, quantos sonhos não perseguiu e quantas vezes se calou para não desagradar?

Largar a mochila das opiniões alheias não é fácil, mas é o único jeito de caminhar com leveza. 🎒🍃
Quando somos jovens, fazemos amigos por proximidad Quando somos jovens, fazemos amigos por proximidade (escola, faculdade, vizinhança). A convivência vinha primeiro, e a afinidade a gente construía depois.

Na vida adulta, a lógica se inverte: buscamos amigos por afinidade. Queremos perto gente que compartilhe dos nossos valores, que entenda nossa rotina doida e com quem a conversa flua sem esforço. E encontrar essas pessoas dá mais trabalho mesmo!​

Além disso, a rotina, o cansaço e até a nossa seletividade (que é saudável!) entram no jogo. A gente para de aceitar qualquer companhia só para não ficar sozinho.

✨ E agora? Como lidar?
1️⃣ Qualidade > quantidade: ter 2 ou 3 amigos que você pode ligar chorando numa terça-feira vale mais do que 20 "amigos de balada" que somem na hora do aperto. Acolha a ideia de que seu círculo é menor, porém mais verdadeiro.
2️⃣ Seja intencional: na infância, amigos "aconteciam". Agora, a gente precisa fazer acontecer. Mande aquela mensagem para quem você não vê há tempos, convide para um café, puxe papo.
3️⃣ Busque tribos de interesse: se a afinidade é a chave, vá onde seus interesses estão. Cursos, grupos de leitura, esportes... é mais fácil conectar com quem já curte o que você curte.
4️⃣ Vulnerabilidade conecta: a gente morre de medo de incomodar, mas mostrar que quer companhia é um ato de coragem que atrai pessoas autênticas.

Ter poucos amigos não é fracasso. É sinal de que você cresceu e aprendeu a escolher quem merece ocupar a cadeira ao seu lado. 🪑💛

E por aí, o círculo também diminuiu ou você segue rodeado de gente? Me conta nos comentários! 👇

#PsicologiaComLeveza #AmizadeNaVidaAdulta #Solidão #Autenticidade #RelaçõesSaudáveis VidaAdulta PsicologiaAcessível
Falar sobre morte ainda é tabu, mas precisamos co Falar sobre morte ainda é tabu, mas precisamos conversar sobre dignidade. Você conhece a diferença entre esses dois termos?

🛑 Distanásia: É o prolongamento artificial do processo de morrer. É quando a obstinação terapêutica fala mais alto, mantendo a vida biológica a qualquer custo, muitas vezes aumentando o sofrimento e ignorando a qualidade de vida.

🌿 Ortotanásia: É a morte no seu tempo natural. Não é abreviar a vida (isso seria eutanásia), mas sim permitir que o ciclo se complete com dignidade, conforto e respeito, sem intervenções fúteis que só trazem dor.

A ortotanásia defende que a vida deve ser vivida com qualidade até o último segundo, respeitando os valores de quem está partindo. É sobre cuidar, não apenas curar a qualquer custo.

Na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), falamos muito sobre viver de acordo com seus valores. E isso vale até para o fim da vida: que a nossa despedida seja tão autêntica quanto a nossa jornada.
É uma pergunta difícil, eu sei. Mas é um ato de É uma pergunta difícil, eu sei. Mas é um ato de amor consigo mesmo (e com quem fica) pensar sobre ela.
As Diretivas Antecipadas de Vontade (DAV) são como um mapa que você deixa para o futuro. É o registro dos seus valores, dos cuidados que você aceita (ou não) receber, caso um dia não consiga mais expressar sua vontade.

✍️ Não é sobre prever o futuro, é sobre garantir que a sua voz continue sendo ouvida.

É dizer: "Para mim, qualidade de vida significa..." ou "Eu não gostaria de..."
Isso tira um peso enorme das costas dos familiares, que muitas vezes sofrem na dúvida do que fazer. E garante que o seu final de vida seja coerente com quem você foi a vida inteira.

Você já parou para pensar no que é inegociável para você?

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